Nossas atividades favoritas do PIBID 2025 no
Colégio E.M. Leonor Pinto Thomas
Durante a vigência do edital do PIBID, ao
longo dos meses de novembro de 2024 a dezembro de 2025, promovemos atividades
relacionadas aos temas trabalhados em sala de aula e pré-definidos pela
coordenação do programa na Universidade de Sorocaba. A partir do tema proposto,
“Tecnologia na Educação e Cultura Digital”, nos empenhamos em nos aprofundar na
questão do letramento digital, de como isso é pertinente a realidade dos
alunos e professores, e como isso afeta os meios educacionais; e vimos também o impacto dos novos meios
culturais a partir da revolução industrial aos dias atuais. De forma
crítica, a intencionalidade através da historicização das tecnologias
existentes e contextualização histórica destas, de maneira a compreender seu
papel social em diferentes períodos e classes sociais, é apresentar uma
perspectiva crítica em relação a essas tecnologias e plataformas atuais. É
questionar onde estão presentes, quem tem acesso a esses meios sociais e
culturais, quais são as intencionalidades da existência e funcionamento dessas
plataformas.
Portanto, tivemos como objetivo realizar a
contextualização e estimular a conexão dos eventos históricos de início no
século XIX à conclusão do século XX, com a realidade atual dos educandos. Com
isto em mente, a metodologia prática mais recorrentemente aplicada em nossas
propostas foi a abordagem triangular, comumente utilizada no ensino das artes
visuais. A utilizamos projetando em torno de seus três eixos principais, em
conjunto a conceitos metodológicos mais comumente utilizados no ensino da
história. Primeiramente, a contextualização histórica e social do objeto
artístico torna-se principal na aula, visto o objetivo do ensino histórico,
contudo, visando a corporificação de interpretações dos panoramas
histórico-sociais trabalhados, como adicionalmente proposto no segundo eixo de
apreciação e critica, as obras
artísticas são discutidas, racionalizadas e compreendidas dentro de seu
contexto temporal e social, mas também nas realidades individuais dos alunos
(BARBOSA, 1975). A partir deste processo, o último eixo entra em ação, o
“Fazer”, aqui buscamos o engajamento e interesse ampliado dos educandos na
matéria estudada, visto a necessidade de criação própria sobre os assuntos
discutidos, mas principalmente, buscamos incentivar a apreensão da realidade
deles próprios como agentes históricos em relação ao período previamente
analisado, ou seja, ao incentivar e respeitar a autonomia do aluno no processo
de concretização do saber na atividade prática sobre conteúdo e conexão entre
as diversas perspectivas (FREIRE, 1996).
Desta forma, organizamos para vocês, leitores
e futuros pibidianos, alguns exemplos de nossas atividades favoritas de serem
aplicadas e realizadas pelos alunos!
Fanzine - Movimentos Sociais e Musicais brasileiros.
Bolsista Cauã orientando os alunos na pesquisa sobre movimentos socias
brasileiros
Exemplo físico de um fazine usado nas explicações
Alunos confeccionando seus projetos
Fanzines dos alunos
Arte e Resistencia
Após uma aula expositiva de movimentos
artisticos nacionais e internacionais de resistencia, inclusos Dadaismo,
Muralismo Mexicano, Decolonialismo, Grafiti e Pixo, Rememoração e Quadrinhos,
pedimos ao alunos que fizessem uma apresentação analizando a semiotica de
alguma arte de resistencia de sua escolha e uma arte crítica autoral.
Alguns slides apresentados para a turma
Apresentação de um dos grupos para a sala
Artes confeccionadas pelos alunos inspirados
pelos artistas analisados
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